O passeio de 2 dias a San Blas custa US$ 190 por pessoa e inclui o 4x4 porta a porta do seu hotel na Cidade do Panamá, o barco entre as ilhas, uma noite em cabana de frente para o mar, as três refeições e o guia da comunidade guna. Sai por volta das 5h do dia 1 e volta ao Panamá no fim da tarde do dia 2.
À parte paga-se uma vez só a taxa de entrada na comarca: US$ 22 por estrangeiro e US$ 7 por residente, em dinheiro e direto para a comunidade guna. Não somos nós que cobramos.
Os três saem do mesmo ponto e se reservam igual. O que muda é quanto tempo você passa dentro do arquipélago, e isso muda o que consegue ver.
| Formato | Preço por pessoa | Onde você dorme | Para quem é |
|---|---|---|---|
| 1 dia | $114 | Você não dorme: volta ao Panamá na mesma noite | Quem tem um só dia livre e quer ver a cor da água |
| 2 dias e 1 noite | $190 | Cabana de frente para o mar, com as três refeições | O equilíbrio: você vê o pôr do sol e o amanhecer sem tirar férias longas |
| 3 dias e 2 noites | $275 | Duas noites em cabana, cayos remotos no segundo dia | Quem quer chegar aos cayos que não cabem numa escapada curta |
Você escolhe a data e quantas pessoas, e garante a vaga com metade. O resto se paga ao chegar. Cancelamento gratuito até 72 horas antes.
No passeio de um dia quem manda é o relógio. Chega-se por volta das 9h30, percorrem-se as ilhas do dia e às 14h30 é hora de voltar ao barco. Dá para entender por que as pessoas falam de San Blas, mas se vê com pressa.
Com uma noite no meio somem as duas piores horas: a de chegar e a de ir embora. Quando os grupos de um dia vão embora no meio da tarde, a ilha fica com vinte pessoas. Esse momento — o pôr do sol, o jantar, o céu sem luz de cidade — é exatamente o que não cabe num dia.
E o segundo dia não começa na estrada: você acorda já na ilha, com o mar a dez passos.
US$ 190 por pessoa, com transporte do seu hotel, barco, uma noite em cabana, as três refeições e o guia. À parte vai a taxa da comarca: US$ 22 por estrangeiro e US$ 7 por residente, uma vez só e em dinheiro.
Não. Você dorme uma noite só, a do dia 1. Sai do Panamá de madrugada no primeiro dia e volta na tarde do segundo. Se procura duas noites, o formato é o de 3 dias e 2 noites.
Construções guna de cana e palha, de frente para o mar ou sobre a água, com cama e mosquiteiro. Há desde dormitório compartilhado até cabana privativa com banheiro próprio. A energia vem de um gerador e funciona por horários, e a água doce é racionada: é uma ilha, não um resort.
Para ficar para dormir pedimos pelo menos cinco dias, porque a disponibilidade das cabanas se confirma com a comunidade. Em alta temporada — de dezembro a março e na Semana Santa — bem antes.
Quase nada, e essa é metade da graça. Algumas ilhas pegam um pouco num ponto específico. Avise quem te espera de que estará sem sinal até a tarde do dia 2.
Dinheiro em espécie para a taxa e para o que comprar na ilha (não há caixas eletrônicos nem maquininhas), protetor solar, repelente, toalha, uma muda seca e seu documento ou passaporte.
O passeio sai igual: no Caribe chove forte e curto, quase sempre de madrugada ou no fim da tarde. Só é cancelado se a capitania fechar o porto por mar agitado, e então muda-se a data ou devolve-se o dinheiro integral.