Aventura
Quatro ilhas, a Piscina Natural e uma visita real à comunidade Guna que cuida deste arquipélago: a versão mais completa da jornada.
Para quem quer aproveitar o dia ao máximo. Visita quatro ilhas — incluindo Perro Chico com o seu naufrágio —, banha-se na Piscina Natural e conhece de perto a comunidade Guna: as suas molas, a sua história e a sua forma de viver o arquipélago.
A visita à comunidade é o que separa este percurso dos outros. Guna Yala é território autónomo e estas ilhas são habitadas: não são cenários. O guia explica antes de desembarcar o que pode ser fotografado. Paragem às 13h00, Piscina Natural às 15h30.
A partida é do seu hotel a partir das 5h00, de 4x4 até o porto: conte com duas horas e meia de montanha. Barco com coletes salva-vidas, almoço típico e guia local incluídos; a taxa da comarca paga-se à parte no mesmo dia, em dinheiro ou com cartão ao motorista.
Ideal se perceber onde está interessa-lhe tanto como o banho, e quer comprar molas a quem as cose.
Talvez não seja o seu se quer um dia só de praia: estaria a pagar uma parte cultural que não vai aproveitar.
Saída em 4x4 da Cidade do Panamá com destino à região.
Perro Chico, Diablo, Pelícano e outros, com mergulho com snorkel e tempo livre.
Visita cultural: molas, história e o dia a dia do povo Guna.
Último mergulho e volta para a cidade.
No arquipélago não há lojas, e o que faltar espera até voltar ao continente. Ver a lista completa →
Cancelamento grátis até 72 horas antes; a partir daí o sinal fica retido, porque a vaga já está reservada. Política de cancelamento →
$149 por viajante. Esse valor cobre o transporte desde a Cidade do Panamá, a navegação, as refeições do formato e o guia. Fica de fora a entrada na comarca, $22 para estrangeiros e $7 para residentes, paga em dinheiro na chegada.
Este roteiro cita 3: Isla Perro Chico, Isla Diablo, Isla Pelícano. Alguns formatos vendem zona em vez de ilha específica, porque nos cayos remotos ancora-se onde o mar permite naquele dia.
A saída é sempre de madrugada, por volta das 5:00, porque a travessia da montanha e a maré impõem. A volta depende do formato: os de um dia regressam nessa tarde e os de várias noites, no último dia.
Duas coisas que as rotas mais baratas não levam: uma quarta ilha e a hora das 13:00 dentro da aldeia. Os $149 não pagam uma lancha diferente nem um almoço diferente; pagam para que o arquipélago seja explicado por dentro, por quem vive nele.
Com permissão e não em todo lugar. Antes de descer, o guia indica que áreas estão abertas ao visitante e a quem convém perguntar antes de disparar. A regra é simples: são casas, não cenário, e uma câmera diante da porta de alguém se pede, não se impõe.
Convém. Na comunidade compram-se molas e artesanato de quem os faz, e ali não há maquininha nem caixa eletrônico: só dinheiro, de preferência em notas pequenas. Ninguém é obrigado a comprar nada, mas chegar sem um dólar deixa de fora a parte que distingue esta rota.
O resto — documento, taxa da comarca, mudanças de rota — é respondido à parte. Ir para as perguntas frequentes →





